O que dá sentido, conexão, ritmo e fluidez na palavra de quem se propõe a narrar oralmente? Algo que não se explica, mas que facilmente se percebe quando ouvimos alguém contar uma história muito bem contada.
Isso se aprende?
Sim, isso se aprende. Basta a curiosidade viva e a disposição interna para buscar um caminho de praticar, apreciar e contextualizar os saberes da Arte de Contar Histórias, que à primeira vista podem parecer bastante simples, afinal todos nós contamos histórias, mas quantos bons contadores de histórias você conhece?
Contar histórias é uma Arte, talvez a mais antiga de todas. E, para nós, Arte não se aprende apenas com a “livre expressão”, com receitas prontas, passo a passo e sim com experiências significativas que envolvam apreciar arte (ver contadores de histórias), produzir arte (experimentar contar) e estudar/ler (conhecer contextos e reflexões de pesquisadores-artistas contadores de história)



Nossos cursos, palestras workshops e sessão de histórias tem como principal fundamento a abordagem triangular do conhecimento da fantástica professora Ana Mae Barbosa.
Contar Histórias assim com todas as outras linguagens/expressões artísticas exige um percurso em que os participantes sejam sujeitos do seu processo de aprendizagem, conscientes da sua própria poética e isso não se conquista de uma hora para outra.
Nossos cursos, palestras, apresentações estão sempre direcionadas a abrir um espaço aconchegante e luminoso em que os participantes são convidados a entrar com sua singularidade, integridade, curiosidade e desejo de transformação.





Uma vez, um antropólogo chegou numa tribo africana no mesmo dia em que uma televisão foi levada para aquele lugar. Todos os habitantes da aldeia passaram três dias em volta do aparelho, assistindo a todos os programas com grande interesse. Depois, abandonaram a televisão e não quiseram mais saber dela. O antropólogo perguntou-lhes se não iam mais assistir aos programas.
– Não – disse um deles - preferimos o nosso contador de histórias.
– Mas a televisão – retrucou o antropólogo – não conhece muito mais histórias do que ele?
– Pode ser – respondeu o homem - mas o meu contador de histórias me conhece.” (Dan Yashinsky)
PARA QUE UM TRABALHO DE MENTORIA EM NARRAÇÃO DE HISTÓRIAS?
Um trabalho de mentoria é um processo de aprendizagem feito sob medida, nada excede ou falta: as reais necessidades do participante são atendidas a partir de uma escuta aprofundada de seus anseios, acolhidos e trabalhados com o apoio eficaz da ampla experiência profissional do diretor/mentor.
Nossa ação em direção/mentoria acontece em duas frentes:
• O EU-CONTADOR DE HISTÓRIAS
Encontros “um-para-um” com o intuito de reconhecer e aperfeiçoar a voz, as estratégias, a visão de mundo, a performance daqueles que já contam ou desejam contar histórias.
• DIREÇÃO DE ESPETÁCULOS/ APRESENTAÇÕES EM GRUPO
Encontros com grupos para direcionar e fazer emergir a potência do que é de cada um e de todos ao mesmo tempo. O intuito desse trabalho é mudar a percepção do que é possível em um trabalho conjunto, ajudar o grupo a saber mais do que sabia antes, encontrar a verdade de cada um e criar condições para que algo belo, sincero e único aconteça.
Direção da peça "Escondida" com a cia Auspiciosa
Direção da peca "Até as princesas soltam pum" com a cia Toc Toc pode entrar?